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A hipótese original foi formulada por Edward Sapir e seu discípulo Benjamin Lee Whorf na década de 1930: existe uma relação sistemática entre as categorias gramaticais da língua e a forma de seus falantes entenderem o mundo e se portarem dentro dele.

Na sua versão forte, pode ser considerada uma forma de determinismo lingüístico, embora o interesse dos psicólogos pela influência da linguagem no pensamento seja anterior à formulação.

Pode-se distinguir uma formulação forte e uma mais fraca:

Hipótese forte. A língua de um monoglota determina completamente a forma como este conceptualiza, memoriza e classifica a realidade que o rodeia. Ou seja, a língua determina fortemente o pensamento do falante. Isto se dá principalmente no nível semântico, embora também influa na maneira de assumir os processos de mudança e os estados das coisas expressas por ações verbais.

Hipótese fraca. A língua de um falante tem certa influência na forma deste conceptualizar e memorizar a "realidade", fundamentalmente a nivel semântico. Isto significaria que, sendo os demais fatores iguais, podem existir diferenças estatísticas significativas na forma de falantes de diferentes línguas enfocarem ou resolverem certos problemas.

Referências[]

Wikipedia (Espanhol) - Hipótesis de Sapir-Whorf [1]

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